Pechinchar é coisa de pobre?
As pessoas normalmente sentem-se incomodadas ao barganhar preços. Isso é normal. Ficamos naturalmente incomodados ao negociar praticamente qualquer coisa, desde o preço de um carro até um beijo. Isso mesmo: um beijo. Ou você pensou que a conquista do homem/mulher dos seus sonhos não é um tipo de pechincha?
Quanto estamos em algum tipo de relação, temos um instinto natural para exercer nosso poder. Isso faz que que fiquemos confortáveis, sob controle. Algumas pessoas tem esse lado mais exacerbado e outras, trabalharam menos nesse aspecto. É comum também pessoas que estão protegidas por outras mais “poderosas”, ou seja, que dominam melhor as habilidades sociais.
É mais ou menos assim na pechincha: se você demonstrar que a venda já está ganha para o vendedor, acabou todo o seu poder de negociação. Agora, se você demonstrar que ele ainda tem muito a fazer para te conquistar, ele com certeza vai acabar cedendo.

Será que é tão feio e ruim negociar preços para poder ter dinheiro para o que realmente importa? (Foto: electronichouse.com)
Lidar com negociações é como estar em um jogo social. Todos nós, até os mais “saidinhos” tem uma certa dificuldade social. E quando lidamos com dinheiro, só estamos adicionando mais um obstáculo para usar como uma desculpa para não tentarmos superar nossas próprias dificuldades.
Por acaso você já teve a curiosidade de ver negociações entre empresas? Elas pechincham assim como você. Você acha que o presidente de uma grande empresa é “pobre”? Acho um pouco difícil. Você tem que colocar a cara a tapa para tentar negociar qualquer coisa, superar dificuldades. Não há forma melhor de economizar no dia a dia do que aprender a negociar, seja com sua família, seja consigo mesmo ou seja na conta da padaria.
Busque praticar esta habilidade sem preconceitos, vencendo suas dificuldades sociais. Comece pequeno, negociando com seus familiares economias dentro de casa, tempo para video games com seus filhos e por aí vai. Quanto mais você praticar, mais benefícios você trará para seu bolso e sua vida pessoal
Sobre o autor
Crédito ou débito? Esta é uma pergunta quase sempre feita ao se pagar com cartão mas é uma questão também comum na vida de muitos brasileiros. Com mais de 300 horas em cursos de finanças, empreendedorismo, entre outros, André formou-se em pedagogia e se especializou em educação financeira. Dá também consultorias financeiras e empresariais quando seus clientes precisam de ajuda e compartilha conhecimentos aqui neste site.
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